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  • Diálogos Sobre a Mente (DSM-5)

    Diálogos Sobre a Mente (DSM-5)

    Caros colegas,

    Os “Diálogos Sobre a Mente (DSM) – 5” estão de volta para a sua terceira edição!

    Este ciclo de diálogos debruçar-se-á, exclusivamente, sobre a área da Neuropsiquiatria.

    A partir de setembro vais poder assistir a sessões científicas, online e em direto (através do Zoom), com início pelas 21h30. Pretende-se que estas sessões sejam teóricas mas também interativas, com tempo destinado à discussão das tuas questões com os especialistas de cada uma das temáticas que serão abordadas.

    Mantém-te atento ao e-mail e às páginas da APIP para mais informações.

    Contamos contigo!

  • Estatuto da Ordem dos Médicos – Consulta Pública

    Estatuto da Ordem dos Médicos – Consulta Pública

    Parafraseando a posição mais recente da Ordem dos Médicos sobre o tema a que remete o título desta notícia, consta o seguinte:

    “Na sequência da aprovação, pela Assembleia da República a 21 de dezembro de 2022, da Lei-quadro das ordens profissionais, foi votada hoje, dia 19/07, na generalidade, a Proposta de Lei 96/XV/1 que altera os Estatutos de Associações Públicas Profissionais e, consequentemente, o Estatuto da Ordem dos Médicos.

    Contudo, este diploma ainda estará em apreciação pública até ao próximo dia 27/07, podendo o contributo do/a colega ser enviado diretamente à Assembleia da República e, caso assim o deseje, dando conhecimento à Ordem dos Médicos para o podermos integrar na nossa própria apreciação para o seguinte endereço eletrónico ordemdosmedicos@ordemdosmedicos.pt

    É de referir que, numa fase inicial, chegou a ser colocada a hipótese da não obrigatoriedade de inscrição na Ordem dos Médicos para o exercício da Medicina, o que levaria ao total descontrolo da atividade médica e à prática de atos próprios dos médicos por qualquer outra profissão menos diferenciada.

    Mais tarde, a proposta inicial do Governo alterava profundamente a estrutura da formação médica, retirando à Ordem dos Médicos todas as suas principais competências nesta matéria, seria o fim da estrutura do Internato Médico como o conhecemos. Após um período intenso de reuniões e contactos, foi conseguida uma reversão nestes e noutros pontos fundamentais e a inclusão da Lei do Ato Médico, já há muito tempo reclamada pelos Médicos.

    Antes da votação final global pela Assembleia da República, que apenas deverá ocorrer na próxima sessão legislativa (setembro/outubro), está ainda previsto que o Estatuto da Ordem dos Médicos seja objeto de discussão e votação na especialidade e que haja uma audição parlamentar da Ordem dos Médicos sobre a matéria, motivo pelo qual estamos a preparar propostas adicionais para alterar aspetos gravosos que não foram atendidos pelo Governo.

    Nesta fase está a verificar-se uma atividade intensa de reuniões e contactos com as outras ordens profissionais, com as organizações médicas nacionais e internacionais, com os ministérios envolvidos, com os partidos políticos e seus grupos parlamentares, entre outros.

    É muito mais do que um Estatuto que está em causa, é a autonomia da profissão médica e o impacto que terá sobre a qualidade assistencial e formativa.

  • Nova Lei de Saúde Mental

    Nova Lei de Saúde Mental

    A Lei n.º 35/2023 de 21 de julho aprova a Lei da Saúde Mental, altera legislação conexa, o Código Penal, o Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade e o Código Civil, e revoga a Lei n.º 36/98, de 24 de julho

  • Comunicado APIP – Novos Estatutos das Ordens Profissionais

    Comunicado APIP – Novos Estatutos das Ordens Profissionais

    Caros Colegas,

    A APIP deseja demonstrar publicamente a sua solidariedade para com as mais recentes reações e posições de figuras e personalidades com ligação à nossa ordem profissional, e para com o colega Coordenador da Comissão para a Reforma da Saúde Pública, o Dr. Mário Jorge Neves, no âmbito da proposta de Lei referente aos estatutos das ordens profissionais aprovada pelo Governo.

    É com grande apreensão que a APIP encara esta reforma apresentada e discutida de forma unilateral e desatendida dos visados.

    Enquanto representantes dos internos de psiquiatria, a APIP repudia veemente a iniciativa de eufemizar o título e estatuto profissional dos médicos especializandos, que independentemente de se encontrarem em formação são médicos trabalhadores em todo o sentido da palavra, autónomos e sujeitos de responsabilidade médico-legal, personalidades de direitos e deveres que exorbitam em clara medida o estatuto de estagiário ou estagiário-bolseiro, e que contribuem enormemente para a produção global (assistencial, formativa e científica) dos serviços onde se inserem e trabalham.

    A APIP garante aos colegas que acompanhará atentamente o desenrolar deste atentado ao internato médico e visará defender os interesses dos médicos internos de psiquiatria em toda a sua capacidade. Estará igualmente disponível para participar na discussão pública deste certame, procurando salvaguardar a posição dos seus associados e restantes internos de psiquiatria numa temática fraturante relativamente ao seu futuro profissional.

    Não podemos deixar de fazer um apelo à união da classe neste momento francamente periclitante e perante a antevisão de mais uma atrocidade ao internato médico e SNS como o conhecemos.

    Em caso de sugestões, dúvidas, ou feedback, estaremos ao vosso dispor.